domingo, 4 de março de 2012

Luto suave e inquietante

Restless (Inquietos) trata de morte, perda, dor, desespero, de forma leve, madura, simples e introspectiva. A inquietação de dentro é (quase) sempre contida e transformada em sorrisos e clichés para amenizar a angústia, ou em um pouco de loucura para racionalizar a dor. Um romance entre dois adolescentes, Enoch e Annabel, que se comportam e se vestem como adultos de outra geração, tentando aceitar a morte como algo natural e pequeno diante de toda a história do universo.

“Quando você pensa, geologicamente, nossas vidas são só uma pequena partícula na linha do tempo... Humanos não existiram por uma fração do tempo que alguns répteis já existiram. Então, três meses é quase igual a três séculos ou três dias...” – Annabel diz.

Meu corte vai para a cena da “encenação da morte”, quando a inquietação começa a se expôr:




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