sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Basta! Estou de ovários cheios!

Onírico, crítico e hilário, La città delle donne (Cidade das Mulheres) conta a história de um homem, Snàporaz, que, durante uma viagem de trem, acorda em frente a uma bela mulher (na sua visão de homem) que flerta com ele, sutilmente, sendo esta, motivação suficiente para que ele a persiga fora do trem (mesmo o trem tendo parado no meio do nada), seguindo-a através da mata até chegar a um hotel, onde está acontecendo um congresso feminista. E aí começa a aventura: Snàporaz é perseguido por uma mulher grande e sexualmente agressiva, por adolescentes lésbicas e drogadas, pela polícia feminista, pela esposa insatisfeita, sendo, finalmente, levado a conhecer a mulher ideal, que não dura muito... Uma viagem por todas as mulheres de sua vida, e pelas mulheres rotuladas pela visão feminista: as que odeiam homens, as putas e as maternais. Uma fantasia que brinca com a fantasia do homem em relação à mulher... Fantasia e medo. Mais um filme do gênio.

Me desculpem as feministas fervorosas (feminismo virou religião?), mas... não dá pra engolir igualdade entre os sexos, sutiãs queimados, nem rivalidade com os homens. Acho que somos mais inteligentes do que isso. O problema é que os homens sempre tiveram medo de mulheres inteligentes... (leia "Femmes aux hommes").

Sem querer tirar o mérito de anos de luta pela redução da opressão ao “sexo frágil”, não somos um sexo frágil. Nem de longe. E queremos homens em nossas vidas. E nada de homens fracos (leia Do batom vermelho no trabalho).

Como diria minha amiga, “o feminismo foi iniciado por mulheres altamente reprimidas que na ânsia de liberdade confundiram características femininas com fraqueza. Não somos homens, não queremos ser como homens e não queremos que homens se comportem como mulheres”.

Meu corte vai para a convenção de feministas, da vagina ao manicômio (!):



“Casa sem mulher, dizem na minha terra, é como um mar sem sereia.”

Imagine viver numa Cidade das Mulheres... Nem a pau! (Oops... sorry!)


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